No recanto que só eu sei
Bebo as lágrimas do segredo
Destapo as feridas que não sarei!
Memórias que ainda sou refém
Amarro a dor, solto os gritos
Que só eu ouço, e mais ninguém!
Mas não me importo que ainda doa
Pois são restos de uma realidade…
De um passado que escrevo agora
Num tempo… sem saudade!

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